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Artesanato Guarani

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Guarani: Etnias Indígenas das Américas, sobretudo América do Sul, Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e parte do Brasil. O artesanato é confeccionado há séculos pelo povo Guarani. Tradicionalmente, os objetos eram usados no dia-a-dia e em seus rituais. Nos dias de hoje comercializam o artesanato como fonte de renda e também como forma de manter sua cultura viva. Essa atividade envolve praticamente toda a família, que é responsável pela confecção de uma variedade de peças como cestarias, instrumentos musicais, esculturas em madeira, utensílios de caça e adornos. O processo de produção do artesanato envolve a coleta da matéria-prima na mata, sua preparação como corte secagem e tingimento até a confecção das peças. Dependendo do tipo de artesanato, esse processo pode levar dias ou semanas.  Cestarias : De vários tipos e tamanhos as peças são confeccionadas com esmero, precisão nos grafismos geométricos e delicadeza no corte milimétrico das tiras de bambu (miolo) e ci...

Ponte Hercílio Luz, hoje o dia é dela...

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Sinônimo de cartão postal, um símbolo de Santa Catarina a cereja do bolo de Florianópolis.  Sua beleza refletida no mar enche os olhos e o coração de quem a observa...   

Pulseiras de Miçangas (Guarani)

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As miçangas foram trazidas as Américas por Cristóvão Colombo, e tornaram-se carga obrigatória nas navegações ao Novo Continente. Os nativos americanos já produziam seus adornos com sementes, dentes de animais, conchas, cascos de tartarugas, coquinhos e ossos. Encantados com a beleza das miçangas, os índios trocavam ouro pelas preciosidades exóticas vindas do Velho Mundo. Curiosidades a parte, estas pulseiras são confeccionadas por índias guaranis da comunidade de Sorocaba-Biguaçu. Elas reúnem desenhos geométricos com cores vibrantes resultando num trabalho detalhado que mantem suas tradições e ao mesmo tempo remetem a algo contemporâneo muito expressivo.

Todo dia é dia de Índio...

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Navegando...

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Nosso artesão buscou inspirações na Navegação retratando Caravelas, Veleiros, Botes, Barcos  e Canoas, nascido numa ilha era de se esperar...  Ele retrata Caravelas, embarcações inventadas pelos portugueses, utilizadas durante as expedições dos descobrimentos por Portugal, Espanha, Holanda, França e Inglaterra. Realizaram grandes navegações transportando  especiárias asiáticas e preciosidades do Novo Mundo. Movidas pelos ventos avançavam mar a dentro e encontravam muita terra á vista, a perder de vista... Os Veleiros são embarcações a velas que navegam rápido, velozes e ligeiros. Quanto aos Barcos, Baleeiras e Botes, remetem a tradição açoriana da vida na pesca, da entrega do pescador ao mar. E da herança indígena a Canoa de um tronco só, feita com Garapuvu, árvore que hoje é símbolo de Florianópolis.    Disponível na Tribo da Lua no Centrinho dos Ingleses

Fragmentos...

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A Ilha de Santa Catarina já foi habitada por povos ancestrais, em varias praias há evidências deste homem primitivo, há inscrições rupestres, oficinas líticas e outros vestígios da existência do homem do Sambaqui. Nosso artesão a partir destes registros elaborou pinturas com desenhos tribais e com figuras humanas estilizadas, fazendo referência a expressão corporal através da naturalidade e da simplicidade do movimento. Ele também retrata a imagem de um índio da atualidade, em uma pintura com as cores fragmentadas e sombreadas numa tendência contemporânea. A bela Praia do Santinho deve este nome a uma inscrição rupestre, cujo formato lembrava um pequeno santo. Há relatos de que pescadores costumavam fazer um culto simbólico a essa inscrição já desaparecida, acendendo velas e rezando para pedir proteção e boa pescaria. Peças a venda na Tribo da Lua Centrinho dos Ingleses

Porongos, Poronguinhos, Porongões...

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Lagenaria Siceraria é nome científico da planta que é p opularmente conhecida como Porongo, Cabaça, Catuto além de outras denominações. Uma das  plantas mais antigas cultivadas pela humanidade.   A Cuia, recipiente muito utilizado pelos adeptos do chimarrão, do mate e do tererê também é feita de cabaça e está presente no Perú, no Brasil, na Argentina, no Paraguai e  no Uruguai. Aqui na Ilha de Santa Catarina os pescadores utilizavam como boias de redes e para tirar água da canoa. O Catuto também é utilizado como adorno em estilo rústico, instrumentos musicais e como utensilio doméstico rudimentar, além de fazer parte de objetos considerados sagrados por indígenas e por algumas religiões. Utilizando o Porongo nosso artesão elaborou peças para decoração, reproduzindo vários animais de forma colorida e divertida e o Santo protetor deles: São Francisco de Assis.  Bichos e Franciscanos feitos de porongos, poronguinhos e porongões... Trepa...